terça-feira, 20 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Calma raiva minha, calminha...

Quem muito fala pouco faz, quem muito promete nada pretende e quem muito desconfia...
Por certo tempo insisti na poesia como única forma de sublimar o descontentamento anabolizado com quem não se percebe nesse mundo, algo mudou...
Incrível como hoje tudo se acalmou na raiva.
Por certo tempo insisti na poesia como única forma de sublimar o descontentamento anabolizado com quem não se percebe nesse mundo, algo mudou...
Incrível como hoje tudo se acalmou na raiva.
Se guiar por ela muitas vezes é opção mais atraente que se dedicar a entregar frases floridas a quem veio ao mundo para se esconder.
Dizem que o ódio é o amor que padeceu, mas ainda assim amor, e se esquecem de dizer que há males que vêm para o bem.
Sabe a tal história da máscara que cai em um momento conturbado?!
Pois é, talvez seja o apego que bata rápido em mim e que me cobre forte posteriormente, mas realmente não entendo a maior parte das pessoas.
Os amores, as aceitações, os objetivos, os gostos e o gosto em se propagar gostos são como aramaico para mim.
Falta raiva, falta sinceridade, falta o grito de quem sabe que não sabe viver linha nenhuma sem a interferência do mundo, esse sim doente e padecendo cada vez mais.
Experiências recentes me ensinaram que o tal do “sangue nos zóio” é essencial para se sentir real e que não necessariamente a companhia da agressividade falada é necessária.
Quem está na UTI não ouve.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
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