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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Liricando

A moça da Avon?


Uma visita
Sem querer ser vista
Calma, mas não tranquila
Sei que ainda existe sim

Só um lapso de esperança que não buzina

Covarde,
não se atreve ao ding-dong, dong-ding.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Canto da Poeusia Anônima.


Pra tudo tem remédio
Dor dente,

Cotovelo,
Pro cabelo

E até pro tédio.


Chá,

Poção,

Vela,

Caldeirão.


Tudo é arma e escudo no vício da proteção.


Tudo é arma e escudo no vício da proteção.


O cinto,

a faca,

Prudência na estrada,


Grade,
janela,

O número
do camburão

Tudo é sempre arma e escudo no vício da proteção...

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Canto da Poeusia Anônima.


Correr
Como querer o que não se faz mais tão bem
Sonhar com tudo sem saber.
Sonhar.
( faz bem ?! )
Estar em tudo e mesmo sem saber, se aventurar.
Correr atrás do fundo profundo do tempo...

Correr,
Correr,
Sem ter nada, além do outro lado, pra chegar.

Correr,
Correr,
E saber que não se resolve tudo de uma vez .

Que o passo é largo, mas respeita a sua vez...



www.naodaideia.blogspot.com

domingo, 15 de junho de 2008

Canto da Poeusia anônima.


O passo da vez

Vontade.
Só vontade...

De ser mais mais um que apenas dança,
De ter olhos fechados por instantes infinitos,
De ser mais um dos tolos aflitos
E apenas girar..

Um pra lá, dois pra cá?!
Mas se lá não me agrada?
E se o acolá não diz nada?
Só assim que pode ser?!

De olhos abertos, medindo o afeto em metro quadrado,
Boquiaberto e parado,
Esse é o passo da vez...



www.naodaideia.blogspot.com